A cadeira de rodas é um recurso indispensável para pessoas
com deficiência física (principalmente aqueles que tiveram sua locomoção
comprometida), mas a cadeira de roda que conhecemos hoje nem sempre foi assim,
como tudo no mundo, ela passou por um processo de evolução:
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| Século VI: Imagem de uma cadeira de rodas escavada em pedra em um sarcófago na China. |
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Século XVI: Rei Felipe II da Espanha usou uma cadeira bem elaborada com descanços móveis para braços e pernas.
1655: Stephen Farfler era paraplégico e, na Alemanha, construiu uma cadeira de rodas para se locomover. Era feita em madeira, com duas rodas atrás e uma na frente, acionada por duas manivelas giratórias.
1783: Cadeira de Bath, Inglaterra, inventada por John Dawson.
Século XVIII: Cadeira reclinável, pés ajustáveis "em busca de conforto".
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| Século XIX, XX: Após a Guerra Civil Americana e a 1ª Guerra Mundial: cadeiras eram construídas de madeira, assentos de palha, apoios ajustáveis para braços e pés |
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1932: Everest e Jennings projetaram a 1a. cadeira dobrável. Eles fundaram a empresa Everest & Jennings. 1950: Everest & Jennings desenvolveram a 1a. Cadeira motorizada. |
1952: Início das competições entre cadeirantes, no Centro de Reabilitação de Stoke Mandeville, Inglaterra. 1964: Realização dos primeiros Jogos Para-olímpicos em Tokyo, Japão.
As cadeiras de roda foram evoluindo para melhor responder as necessidades das pessoas que delas precisam. Essa evolução foi tanta que hoje podemos encontrar cadeiras de roda devidamente adaptadas.
   
Sem sombra de dúvidas evoluímos muito tanto na tecnologia quanto na aplicação da mesma em nosso dia a dia, mas será que TODOS têm o acesso à esses recursos de ponta? E quando digo acesso, quero dizer tanto à tecnologia em si quanto ao treinamento da mesma dentro do contexto diário do indivíduo.
Referências:
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É fácil de responder a pergunta Gabriel. É só olharmos nos ambulatórios de reabilitação dos Hospitais Regionais para vermos pessoas em cadeiras com mínimas condições e até mesmo mau posicionados. Isso reflete a falta de acesso a tecnologias apresentadas por você, e falta de acesso a informação de profissionais capacitados para prescrever e orientar o uso dos dispositivos de locomoção.
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